Liceu leva alunos ao MOSB durante Semana de Museus
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Liceu leva alunos ao MOSB durante Semana de Museus

Colégio Salesiano

14 Maio 2018 | 14h51

Intenção é incentivar os jovens a visitar outras instituições durante o evento organizado pelo Ibram

Nos dias 14, 15 e 16 de maio, os alunos do Liceu Coração de Jesus visitam o Museu da Obra Salesiana no Brasil (MOSB). A intenção com essa ação é estimular os jovens a visitar também outras coleções, principalmente durante a 16ª Semana de Museus, que acontece em todo o Brasil de 14 a 20 de maio, por iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

O evento é realizado anualmente, por conta do Dia Internacional de Museus, comemorado no dia 18 de maio. Na edição deste ano, 1.130 museus de todo o país oferecem ao público 3.261 atividades especiais, como visitas mediadas, palestras e oficinas.

“A escola tem o dever de mostrar que em outros espaços também ocorre a aprendizagem. O museu é o lugar das memórias, dos diálogos com os repertórios construídos por meio das relações dos homens com a cultura e a sociedade”, afirma o Coordenador Pedagógico do Ensino Fundamental II e Médio do Liceu, Fábio Moraes.

O tema desse ano é “Museus Hiperconectados: novas abordagens, novos públicos” e o Ibram já disponibilizou no seu site a programação completa para 2018. O formato Busca Rápida permite ao usuário encontrar atividades por Estado, Cidade, Museu ou Palavra-chave. Para esta edição, os mais de 1,1 mil participantes da Semana de Museus cadastraram 3,2 mil eventos em 489 cidades de 26 estados.

 

MOSB –  No caso do MOSB, especificamente, o evento ocorrerá de 16 a 18 de maio. As atividades e palestras elaboradas têm como objetivo levar as pessoas a refletirem sobre as diversas formas de conexões, sejam elas com a história da instituição como também com as novas formas de interações com o público.

Para o coordenador do MOSB, Marcos Lima, é importante observar e cuidar que a tecnologia e a cultura de adoração do novo, não anule o interesse por aspectos históricos da nossa realidade.  “A evolução tecnológica das últimas décadas nos inseriu em uma atmosfera de virtualização de ambientes e relações, mudanças profundas de valores e linguagens e até valorização do ‘novo’, por vezes, em detrimento da história”, opinou. “A sobrevivência das instituições está intimamente ligada à sua capacidade de identificar e responder a tais mudanças, se adequando às novas características da sociedade e às tecnologias”.

 

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