Tecnologia na educação: É importante, mas não é tudo!

Por Claudia Xavier*

Colégio Rio Branco

18 de setembro de 2019 | 13h14

As tecnologias digitais de informação e comunicação fazem parte do currículo e, portanto,  são necessárias para redimensionar o cotidiano. Elas não devem ser subestimadas e nem supervalorizadas.

Precisamos programar e não sermos programados, ensinar nossos alunos a desenvolver a dimensão crítico reflexiva e ética  de seu uso, auxiliá-los a medir consequências e mostrar o explícito e implícito destes recursos.

Uma escola tecnológica é diferente de uma escola que usa tecnologia, seus usos vão além do laboratório. Não há uma carga horária específica, ela faz parte do dia a dia e da necessidade do projeto a ser desenvolvido.

A tecnologia organiza dados, otimiza tempo, aproxima realidades, promove interação entre culturas, mapeia habilidades, permite ao professor desenhar a aprendizagem de seu aluno, personalizando a educação.

A sala de aula é o espaço coletivo do conhecimento, da interação e da troca de informações.

A tecnologia pode nos abrir uma porta e  nos fechar dentro dela. É preciso desconectar para conectar.

* Claudia Xavier Costa Souza é diretora da unidade Granja Vianna do Colégio Rio Branco.
Pedagoga formada pela PUC-SP atua há mais de 30 anos nas áreas de gestão escolar e formação de professores.  Especializada em Gestão de Pessoas pela Fundação Dom Cabral; em Gestão de Conflitos pela USP e em Construção do Projeto Político Pedagógico pela PUC-PR. Pós-graduada em Psicologia Moral e em Psicopedagogia Institucional. Participou do programa de gestão da qualidade pedagógica do governo alemão, ZFA Schulmanagemente Wetmeit – para a Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Tem experiência em Planejamento Estratégico Compartilhado e com seminários sobre alfabetização e metodologia da Língua Portuguesa.

 Texto originalmente escrito para a Revista Circuito – Especial Educação.

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