Alunos homenageiam povos indígenas

Alunos homenageiam povos indígenas

Ano Internacional da UNESCO, Prêmio Nobel da Paz, Sínodo da Amazônia e outras iniciativas globais para preservação ambiental incentivam ações que jogam luz às questões indígenas, no Brasil e no mundo

Colégio Rio Branco

09 de outubro de 2019 | 18h34

A questão climática e ambiental, o desmatamento na Amazônia e as políticas do atual governo brasileiro fazem da questão indígena, um tema nacional cada vez mais central e de preocupação mundial.

Os direitos desses povos estão expressos na Constituição Federal de 1988 (capítulo VIII, “Dos Índios”), além de outros pontos ao longo do texto e de um artigo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.  O Estatuto do Índio – como é conhecida a lei 6.001 promulgada em 1973, também dispõe sobre as relações do Estado e da sociedade brasileira com os indígenas.

No âmbito internacional, o Brasil é signatário do Acordo de Paris, da Convenção OIT n°169 e da Declaração da ONU sobre os direitos dos povos indígenas.

Durante toda essa semana, o Sínodo da Amazônia, evento realizado pelo Vaticano, também chama a atenção internacional para as necessidades e importância dessas comunidades no Brasil, e o cacique Raoni Metuktire, liderança da etnia caiapó, é um dos indicados ao Prêmio Nobel da Paz que será divulgado na próxima sexta-feira.

A UNESCO também definiu 2019 como o Ano Internacional das Línguas Indígenas e lançou um site exclusivo, que contribui para a conscientização da necessidade urgente de preservar, revitalizar e promover as línguas indígenas como riqueza histórica e cultural.

Além do Brasil, estima-se que existam hoje no mundo pelo menos 5 mil povos indígenas, somando mais de 370 milhões de pessoas.

O Colégio Rio Branco integra a rede de escolas associadas à UNESCO e seu trabalho é alicerçado nas diretrizes: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser, atuando para que crianças e jovens possam assumir seus direitos e deveres como cidadãos integrados ao contexto global, de necessidades e transformações.

Para dialogar sobre todas essas questões com os alunos e alunas, o 4° Concurso de Desenho propôs o tema “Resgatando nossa ancestralidade indígena”, em sinergia com o tema anual da UNESCO.

O concurso estabeleceu critérios de avaliação e foi dividido por categorias, respeitando as idades e respectivas séries escolares dos inscritos. Também participaram alunos do Centro Profissionalizante Rio Branco (Cepro) e do Centro de Educação para Surdos Rio Branco (CES).

Assim, por meio das aulas e pesquisas, os alunos  do Ensino Fundamental e Médio puderam refletir sobre os povos indígenas, sua língua, cultura, história, manifestações, necessidades e atuação no mundo contemporâneo. Toda a escola foi decorada com as pinturas e desenhos feitos pelos alunos.

O concurso foi organizado pelas professoras de Artes, Grabriela Diaz, de Higienópolis, e Denise Ayres, da unidade Granja Vianna. Os trabalhos escolhidos foram:

Unidade Higienópolis

Categoria A – Ji Yong Joshua Park, 8° ano do EF

Categoria B – Gabriel Chalom, 1ª série do EM

Categoria C – Camila da Cunha Leite, 2ª série do EM

Categoria E – Eduarda Barduchi, 3ª série do EM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Categoria F – Gabriela Faroni, 4° ano do EF

 

 

 

 

 

 

 

 

Unidade Granja Vianna

Categoria A – Vittória Carnaúba Carpeggiani – 8° ano do EF

Categoria B – Anna Beatriz Souza de Jesus – 9° ano do EF

Categoria C – Carolina Tambelli Dardis 3ª série do EF

Categoria D – Felipe Xavier de Carvalho (Cepro)

Categoria D – Nathan Ferreira Gomes, 5° ano do EF (CES Rio Branco)

Categoria E – Beatriz Wakamatsu Rodrigues, 2° ano do EF

Categoria F – Anna Luiza Cavalcanti de Oliveira, 4° ano do EF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes e mais informações:
UNESCO representação Brasil
PIB.org – Instituto Povos Indígenas no Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

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