Quebra de paradigmas educacionais
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Quebra de paradigmas educacionais

Bianca de Paula

01 de março de 2019 | 12h31

O ensino híbrido não é simplesmente uma continuação ou aprimoramento dos métodos tradicionais.

É uma quebra dos antigos paradigmas.

Não em direção a um futuro distópico onde o professor é substituído pelo computador e o aluno apenas reage à máquina ou é um mero espectador.

As apostilas, materiais didáticos padronizados, programas obrigatórios de ensino e massificação foram uma invenção da era da revolução industrial, sob o modelo organizacional das fábricas, que perdura por muitos anos, com o objetivo de baratear a educação e de criar parâmetros para a avaliação em massa e para a qualificação dos trabalhadores, para ganhar produtividade.

Muitas vezes, esse modelo cria um emprobecimento do desenvolvimento humano e individualizado do aluno, sem mencionar uma perda em aplicação dos potenciais únicos oriundos da trajetória de cada professor.

Com o ensino híbrido – com a utilização das ferramentas adequadas – por ganharmos em tempo e organização, temos a oportunidade de retomar uma relação mais pessoal entre o aluno e o seu tutor que evoca a clássica troca de conhecimentos e experiências de aprendiz e mestre, na qual um enriquece a visão de mundo do outro.

O ensino híbrido oferece a possibilidade de avaliar cada aluno individualmente. Permite fazer participar e interagir o aluno tímido que nunca levantaria a mão para fazer uma pergunta ou comentário. Permite explorar o potencial individual de cada aluno, dar ao mundo o desenho, o conto, o artigo, o projeto de ciências e matemática dos alunos vocacionados. Permite interagir com o mundo fora da sala de aula.

No nosso contexto, para o futuro das crianças, não é uma melhoria, é uma necessidade, uma obrigação. Tende a se tornar a regra nas boas escolas, não uma exceção.

É com essa mentalidade que a Escola Interação busca aplicar o que há de mais avançado no ensino.

Texto escrito e desenvolvido pelo Coordenador Carlos Eduardo de Paula

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