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Brincadeira do Tucunaré na escola

Thais Gonzales

26 de março de 2019 | 13h39

A cultura indígena influenciou fortemente as tradições do país. Para ampliar o repertório sobre o assunto no pré, a turminha aprendeu sobre Tucunaré, um peixe grandão bem conhecido no Brasil. As crianças brincaram e vivenciaram um momento agradável com os amigos.

Certo dia, quando pescava, Perankô observou o vai e vem dos peixes e reparou como os menores perambulavam por águas rasas, e o Tucunaré, peixe grande, não saia do fundo. Por mais que quisesse pegar os peixinhos menores, quando eles chegavam no raso, o Tucunaré ia até certo ponto e voltava para o fundo. A brincadeira surgiu então dessa observação do povo indígena Pamara.

Funciona assim: paus enfincados no chão amarrados por barbante demarcam o espaço da brincadeira separando o “raso” do “fundo”. São dois quadrados, um dentro do outro. No de dentro, o “fundo”, fica quatro Tucunarés ávidos por pegar os peixes pequenos. No de fora, há seis “portas” pela qual até 10 peixinhos podem escapar quando atacados pelos Tucunarés, que por sua vez não podem sair pelas portas por ficar raso demais e precisam voltar ao fundo.

“Os alunos vivenciaram um momento divertido na escola. Aproveitamos para trabalhar movimentos, reflexos e estratégias, além de fazer um pequeno mergulho na cultura indígena. Eles adoraram”, acrescenta a professora Luciana.