Cinco razões para estudar na Nova Zelândia

Cinco razões para estudar na Nova Zelândia

Andrea Tissenbaum

08 Junho 2016 | 14h02

Foto: Education New Zealand

Foto: Education New Zealand

O país se firma como um dos destinos mais econômicos e interessantes para quem planeja estudar fora, mesmo diante das turbulências econômicas.

A crise econômica, a alta do dólar e o encarecimento de serviços e produtos podem desanimar quem quer estudar fora. Mas com planejamento e boas escolhas, é possível encaixar o objetivo no bolso.

Pesquise quais são os países e cidades que aliam qualidade de ensino e um custo de vida que cabe no seu bolso. Ajuste seus planos. Escolha um lugar onde você possa trabalhar enquanto estuda, como a Nova Zelândia, país que reúne todas essas características.

E confira cinco razões que fazem este destino ser ideal para quem não quer adiar o sonho de estudar fora!

1. Moeda acessível e economia forte

O dólar neozelandês é uma das moedas mais baratas entre os países de língua inglesa. Além disso, a moeda é forte e não sofre grandes variações. Apesar do cenário mundial incerto, a Nova Zelândia é um país estável, com um sistema político transparente, classificado no índice da Transparency International como uma das nações menos corruptas do mundo. Governo e empresas trabalham juntos em incentivos ligados à tecnologia e novas práticas sustentáveis e mais econômicas.

2. Possibilidade de trabalhar durante o curso
Desde 2014 estudantes estrangeiros podem obter permissão para trabalhar enquanto estudam na Nova Zelândia. Essa possibilidade não só garante uma fonte de renda, como também facilita a inserção na cultura do país. É uma excelente oportunidade de entender como as relações do mercado funcionam, conhecer de perto um sistema que privilegia a honestidade e a confiança no próximo, e de afiar ainda mais o inglês.

Para ter a permissão de trabalho é necessário estar matriculado em cursos com duração mínima de 14 semanas em uma escola de categoria 1, com carga horária de 20 horas semanais. Estudantes matriculados em cursos de ensino superior também podem obter a permissão de trabalho. Nesses casos, além das 20 horas semanais também é possível trabalhar em período integral nas férias acadêmicas. Estudantes de mestrado e doutorado podem trabalhar em período integral durante todo o programa.  Os alunos contam também com o Student Job Search, organização que presta auxílio na busca de empregos e tem escritórios em diversas instituições de ensino.

3. Custo de vida mais barato

As cidades da Nova Zelândia oferecem custo de vida mais acessível quando comparadas a outros destinos normalmente escolhidos para o estudo da língua inglesa. Alimentação e moradia, dois fatores que pesam no orçamento estudantil, são certamente mais baratas que no Reino Unido, Canadá e Estados Unidos.

Como o país é pequeno e pouco burocrático, as viagens dentro da Nova Zelândia também custam menos, o que proporciona ao estudante a possibilidade de conhecer muito mais do que somente a cidade escolhida para estudo.

4. Apoio ao estudante estrangeiro
Os alunos internacionais são amparados pelo New Zealand Code of Practice for the Pastoral Care of International Students (Código de Procedimento da Nova Zelândia para o bem-estar e apoio ao estudante internacional), o que proporciona segurança e aumenta a transparência nos processos para intercambistas.

5. Qualidade de ensino comprovada e reconhecida
Todas as universidades da Nova Zelândia estão classificadas entre as 500 melhores do mundo. As instituições de ensino neozelandesas são um espaço fértil para pesquisas inovadoras, promoção de ações que mudam o mundo e formação de profissionais e acadêmicos de destaque. A excelência do sistema de ensino é comprovada pela avaliação do próprio mercado, que coloca os estudantes formados no país entre os mais capacitados do mundo. Para garantir os padrões de qualidade a New Zealand Qualifications Authority – órgão do governo – controla o registro de todas as escolas públicas e privadas do país.

Sobre a Education New Zealand – A Education New Zealand (ENZ) é a principal agência do governo para a divulgação e representação da educação da Nova Zelândia em âmbito internacional. Com o objetivo de tornar a Nova Zelândia conhecida como destino para estudantes internacionais e como a mais importante parceira para conhecimento e serviços ligados à educação, a ENZ conta com 70 funcionários em mais de 20 localidades e é dirigida por uma junta nomeada pelo Ministro de Educação Superior, Competências e Ofícios, Sr. Steven Joyce.

Andrea Tissenbaum, a Tissen, escreve sobre estudar fora e a experiência internacional. Siga o Blog da Tissen no Facebook e no Twitter

Fonte: Education New Zealand