DICAS PARA NÃO ERRAR AO ENVIAR SEU FILHO PARA ESTUDAR NO EXTERIOR

DICAS PARA NÃO ERRAR AO ENVIAR SEU FILHO PARA ESTUDAR NO EXTERIOR

Berlitz Brasil

03 de abril de 2017 | 11h03

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Poder oferecer ao filho uma experiência internacional, que complemente a formação acadêmica e o prepare para futuros desafios profissionais, é um desejo que se torna cada vez mais presente  entre as famílias no Brasil. Entretanto, antes de tomar qualquer iniciativa, vale a pena avaliar bem o passo a ser dado para fazer uma boa escolha. Veja as dicas de Rosemary Paulon,  Diretora Kids do Berlitz Brasil.

Se a intenção é mandar seu filho para um Summer Camp, há muitas opções interessantes no mercado. A partir dos 11 anos existem excelentes programas que oferecem cursos de duas semanas,  mesclam aulas pela parte da manhã e atividades esportivas à tarde, tais como, escola de tênis e visitas a parques temáticos. Faça antes a lição de casa:

  • Pesquise mais de uma empresa que ofereça o serviço. Dê mais peso às mais antigas e tradicionais no mercado;
  • Leia a respeito da instituição e peça referências de ex-alunos e pais que utilizaram os serviços;
  • Pesquise sobre o colégio onde o curso é oferecido e onde grande parte das crianças ficará hospedada;
  • Consulte a agência parceira que vende os bilhetes aéreos (se houver);
  • Algumas escolas de idiomas oferecem esse programa em junho e julho. O ideal, nesse caso, é que o grupo de alunos seja acompanhado de um professor familiar para as crianças.

Quando pensamos em intercâmbio é essencial saber :

Ter claro qual o objetivo dessa experiência. Se seu filho vai cursar faculdade no Brasil, a melhor idade para um intercâmbio de seis meses a um ano é entre 15 e 16 anos de idade. Dessa forma o jovem irá concluir o 3º ano do Ensino Médio e poderá prestar vestibular no Brasil sem problema.

Se o objetivo for fazer faculdade no exterior, o ideal é que o jovem faça o intercâmbio aos 16 anos , para que ele possa concluir o Ensino Médio lá fora e, na sequência, emendar com o curso na faculdade. Lembrando que, para concluir o high school, o aluno necessita acumular créditos e, portanto, um ano não é suficiente. Sendo assim, recomendamos que ele inicie o intercâmbio a partir do 2º ano do Ensino Médio no país escolhido.

Mas, preste atenção: como o programa do high school exige muita dedicação do aluno, é fundamental que os pais avaliem se seu filho tem maturidade para tal. Ele conviverá com outra cultura, outros amigos, outro ambiente e novas responsabilidades. Preenchidas essas condições, ele só terá a ganhar.

Sendo um curso de férias ou um intercâmbio, o fato é que a criança ou jovem regressa  mais maduro, responsável e colaborativo, em geral bem motivado a conhecer outras culturas e países, a aprender novos idiomas – fatores que serão decisivos em sua trajetória profissional.