UFRJ quer fim de comida gordurosa no câmpus

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) abriu ofensiva contra a comida gordurosa e pouco saudável. Reformou o restaurante universitário, que ficou fechado por 16 anos e onde hoje são oferecidas 2,3 mil refeições diárias.

11 Outubro 2010 | 11h31

Também criou feiras de produtos orgânicos no câmpus. A próxima fase vai atingir os quiosques de alimentação. No próximo edital de licitação, constará a proibição de frituras e a exigência de utilização de ingredientes saudáveis, como farinhas integrais, além da oferta de frutas.

As medidas foram aprovadas no plano diretor da universidade e preveem ainda a capacitação dos funcionários dos quiosques na cozinha do restaurante universitário para que aprendam boas práticas de higiene e receitas que substituam as frituras.

Pesquisa do Instituto de Nutrição mostrou que todos consumiam salgados durante a semana. E o segundo lanche na preferência - o croissant de queijo com presunto - é campeão de gordura: a cada 100 gramas do alimento, 43 gramas são lipídio.

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