Termina assembleia de professores da USP

Manifesto com sete reivindicações será entregue ainda hoje na reitoria

Elida Oliveira, Especial para O Estado de S. Paulo

10 Junho 2009 | 13h44

A assembleia geral realizada pelos professores da USP terminou às 13 horas. Cerca de 200 docentes reunidos no auditório do prédio da Geografia deliberaram sete reivindicações que serão descritas em um manifesto a ser entregue ainda hoje na reitoria da USP.   Os professores propõem a retirada imediata da Polícia Militar na Cidade Universitária, a saída da reitora Suely Vilela, a reabertura da negociação com o Fórum das Seis - entidade que congrega representantes dos docentes e técnico-administrativos USP, Unesp e Unicamp, eleições diretas para reitora, revogação da decisão do Conselho Universitário, que permitiu a entrada da PM no câmpus, elaboração de um novo estatuto da USP e realização de um ato unificado das estaduais paulistas no Largo São Francisco. A data será a partir da decisão conjunta das três universidades.   "Está ficando cada vez mais difícil o trabalho na USP: dar aulas, fazer pesquisas, dar orientação. A reitora deteriorou muito as relações na USP, o que culminou no que aconteceu aqui ontem", afirmou após a assembleia o presidente da Associação dos Docentes da USP (Adusp), Otaviano Helene.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.