Terceiro dia foi o mais difícil, dizem candidatos da fase final da Fuvest

O teste desta terça-feira, 6, para eles, cobrou pontos mais específicos de cada disciplina; estudantes responderam a 12 questões abertas

Victor Vieira, O Estado de S. Paulo

06 Janeiro 2015 | 16h26

O terceiro dia de provas foi o mais difícil da etapa final da Fuvest, exame que dá acesso à Universidade de São Paulo (USP), segundo candidatos ouvidos pelo Estado. O teste desta terça-feira, 6, para eles, cobrou pontos mais específicos de cada disciplina. 

Os estudantes responderam a 12 questões abertas de duas ou três disciplinas, a depender da carreira escolhida pelo candidato. Douglas Quintiliano, de 18 anos, se complicou na prova de Matemática. "Deixei duas em branco", lamenta ele, interessado no curso de Gerontologia, que também fez provas de História e Biologia.

"Foi o pior dia. Não bastava ter conhecimento superficial. Tinha que saber muito de cada assunto", relata o jovem, que já havia tentado na edição anterior como treineiro. Assim como nos outros testes da Fuvest, os enunciados eram curtos e objetivos. 

Opinião semelhante teve a amiga de Quintiliano, Gabriela Neves, também de 18 anos. "A prova tinha pontos mais específicos de cada disciplina, o que não aconteceu nos outros dias", diz ela, candidata ao curso de Gestão Ambiental. As provas específicas para a carreira foram Geografia, Física e Química. 

Fernando Augusto Roberto, que tenta ingressar em Licenciatura em Ciências, também travou nas Exatas. "Exigiam cálculos mais complexos do que nos outros dias. Não fiz uma de Química e uma de Física", admite ele, de 27 anos.

Já Rachid Name, candidato de Educação Física, acredita que este é o dia em que somará maior número de pontos. "Foi o mais fácil porque tenho facilidade nas disciplinas específicas do meu curso (Física, Biologia e História)", afirma ele, de 20 anos, na Fuvest pela segunda vez. A lista de aprovados deve sair em 31 de janeiro. 

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