Simulado online já tem 10 mil inscritos

Exame gratuito lançado pela Geekie em parceria com 'Estadão.edu' vai gerar relatório indicando pontos fracos de cada estudante

Luís Lima, especial para O Estado,

24 Setembro 2012 | 22h18

Estudantes de todo o Brasil já podem se inscrever no Simulado 2012 Geekie+Estadão, exame online gratuito que entregará um relatório de desempenho personalizado. Até agora, cerca de 10 mil participantes se cadastraram para fazer a prova, resultado de uma parceria entre o ‘Estado’ e a Geekie, startup de tecnologia aplicada à educação. As inscrições estão abertas no site www.geekie-estadao.com.br até 5 de outubro. As vagas são limitadas.

Caio Veloso, de 22 anos, morador de Santana de Ipanema, a 207 quilômetros de Maceió, é um dos inscritos. Caio, que sempre estudou na rede pública, concluiu o ensino médio em 2009. Quer disputar vaga em Geografia na Universidade Federal de Alagoas. “Fiz a inscrição porque o simulado tem a mesma estrutura do Enem, além de ser online e gratuito.”

Os inscritos terão acesso às provas das 6 horas às 23h59, nos dias 6 e 7 de outubro, um fim de semana. No sábado serão 90 questões de Ciências Humanas e de Ciências da Natureza e, no domingo, mais 90 itens, de Linguagens e Códigos e de matemática. Não haverá prova de redação. O aluno terá quatro horas e meia para fazer o exame, sem interrupções.

A prova seguirá o mesmo modelo matemático do Enem, a Teoria da Resposta ao Item (TRI), que atribui pesos diferentes às questões segundo seu grau de dificuldade. O relatório vai apontar a posição de cada aluno no ranking do simulado.

Para o cearense Leonel de Sá, de 18, o ranking é um dos principais atrativos do exame. “Vou poder avaliar meu desempenho em relação ao de outros participantes de todo o País. Terei uma noção do quanto preciso avançar até o Enem.”

Em agosto, 520 alunos do 3.º ano do Colégio Bandeirantes, zona sul de São Paulo, fizeram um simulado impresso preparado pela Geekie, que também gerou relatórios de desempenho individuais. “O aluno precisa trabalhar em cima das suas deficiências, o que é possível graças à análise de resultados desse boletim”, afirma o coordenador do colégio Roberto Nasser.

“O processo de avaliação é muito rico. Acreditamos que avaliações externas têm um valor adicional. Tiram o viés de professores da própria instituição”, diz Nasser. “O nível das questões estava compatível com o do Enem.”

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