J.F. Diório/Estadão
J.F. Diório/Estadão

‘Sempre acordaram felizes, querendo ir para o colégio’

A cada mudança de fase, Felipe Augusto Marini conta que reavaliou e decidiu manter os filhos Rodrigo e Sofia na escola

Luciana Alvarez, Especial para o Estado

17 Setembro 2017 | 17h17

SÃO PAULO - “A Helena, minha filha mais velha que já está na faculdade, entrou com 4 meses no berçário e nunca mais mudamos. Quando ela era bebê, visitamos várias escolas e a Mágico de Oz atendeu a todas as nossas expectativas quanto ao projeto pedagógico, ao número de profissionais por criança. Também tinha uma fazendinha e uma estrutura boa de enfermaria, câmeras, o que nos dava segurança. Além disso, era perto do trabalho e de casa, o que deixou a rotina mais prática. 

Ela se adaptou muito bem. E nós, minha mulher e eu, sentimos que aprendia bastante, que existia um rigor pedagógico além da diversão. Ela sabia tudo sobre os bichos, a horta. Isso foi nos cativando. Quando o Rodrigo e depois a Sofia nasceram, também quisemos que fossem para a mesma escola. Hoje estão no 2.º ano do ensino médio e 6.º do fundamental. 

No período da mudança do infantil para o fundamental, voltamos a pensar sobre qual seria a melhor opção. Chegamos até a conseguir vaga em outra escola, concorrida, mas sentimos que ela estava tão feliz, aprendendo tanto, que seria bom dar continuidade ao projeto. Na época conversamos muito com outros pais, procuramos quem tinha filhos mais velhos na escola para ouvir opinião. Escolhemos seguir no Colégio Magno.

Para o ciclo do fundamental 2, voltamos a olhar outras escolas. Mas vimos que o colégio estava fazendo um esforço de reformulação, investindo em um programa de high school (o diploma aceito em universidades americanas), parcerias com a Unesco, o Google. Preferimos mais uma vez continuar. O programa full time do Magno também ajuda muito a desenvolver áreas para além do intelectual.

Eles já fizeram xadrez, esgrima, balé, enfim, puderam experimentar de tudo um pouco para saber do que gostam. 

Minha experiência pessoal foi oposta à dos meus filhos: eu morei em várias cidades, pulei de escola em escola, e não gostava de ir estudar. Nesse tempo todo deles no Magno, nunca tiveram um problema de bullying, ou de aversão a estudar. Eu vejo que todos sempre acordaram felizes, querendo ir para o colégio. Isso conta muito para decidir permanecer na mesma escola.” 

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