Provas de Exatas são as mais complicadas na Fuvest, dizem candidatos

Este ano, bom desempenho na 1.ª fase será mais importante, já que nota voltou a valer na pontuação final

Estadão.edu

27 Novembro 2011 | 19h09

Milhares de estudantes  deixaram há pouco os locais em que relizaram a prova da 1ª fase da Fuvest, o maior vestibular do País. O exame, aplicado entre as 13 e 18 horas deste domingo, contou com 90 questões de múltipla escolha.

O exame foi avaliado como mediano pela maioria dos estudantes ouvidos pelo Estado.  As maiores dificuldades de concentraram nas provas de matemática e física. “Havia muitos cálculos extensos para resolver”, disse Guilherme Lopes, de 17 anos, que tenta uma vaga em Arquitetura. “A parte mais leve foi trigonometria, mas caíram muitas questões de probabilidade e logaritmos”, afirma a estudante Amanda Scarpeti, de 17 anos, que prestou vestibular para Medicina. 

Guilherme Lucioni, do 3.º ano, tenta a vaga em Ciência da Computação. Apesar de não ter achado a prova complicada como um todo, encontrou problemas pontuais. “A de matemática eu achei complexa”, comentou o estudante.

Algumas das questões levantadas pelo especial de atualidades Estadão foram contempladas ao longo da prova, tal como o acidente nuclear em Fukushima. O crescimento da Índia, o Índice de Desenvolvimento Humano brasileiro, o extrativismo exagerado e o trabalho escravo contemporâneo foram alguns dos outros pontos abordados. 

A lista de convocados para a segunda fase será divulgada em 19 de dezembro. As provas dessa etapa ocorrerão entre os dias 8 e 10 de janeiro.

Este ano, um bom desempenho na 1.ª fase será mais importante na disputa por vagas na USP, já que esta nota voltará a valer na pontuação final.

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