PAULO LISBOA/BRAZIL PHOTO PRESS
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Professores do Paraná mantêm ato na Assembleia

Cerca de mil docentes e outros servidores invadiram a Casa nesta terça após tentativa de votação de pacote de medidas de austeridade do governador Beto Richa (PSDB)

Julio Cesar Lima, ESPECIAL PARA O ESTADO

11 Fevereiro 2015 | 22h14

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CURITIBA - Os professores da rede estadual de ensino do Paraná, que entram nesta quinta-feira, 12, no quarto dia de greve, decidiram nesta quarta manter a ocupação da Assembleia Legislativa do Estado. Cerca de mil docentes e outros servidores haviam invadido o local nesta terça. A ação foi após a tentativa de votação de pacote de medidas de austeridade do governador Beto Richa (PSDB).

Contrariando uma reintegração de posse expedida pela Justiça na tarde desta quarta, eles passariam a segunda noite no local. Por causa da ocupação, a reunião dos deputados na Assembleia ocorreu no andar onde fica instalada a cozinha dos parlamentares.

Os deputados da oposição protocolaram um mandado de segurança no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) contra o chamado ‘tratoraço’. A Justiça ainda não se manifestou e, enquanto isso, professores permanecem acampados também do lado de fora da Assembleia.

Os docentes poderão ganhar mais aliados. Policiais militares - que alegavam não receber as diárias que deveriam ser pagas durante a Operação Verão, no litoral -, agentes penitenciários e servidores da saúde também ameaçam cruzar os braços.

Entre as medidas a serem adotadas pelo governo estadual está a fusão do fundo previdenciário, calculado em R$ 8 bilhões.

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