'Parece que o Brasil não existe' na Fuvest, diz professor

História do País foi esquecida até agora; matéria pode ser cobrada nesta terça para algumas carreiras

Estadão.edu

10 Janeiro 2011 | 21h43

Professores de cursinho ressaltam que o segundo dia de provas da 2ª fase da Fuvest teve nível considerado médio. O exame foi marcado por peculiaridades, como a ausência de questões de história do Brasil, assim como já ocorreu na 1ª fase. A prova de química foi tida como a mais difícil. Segundo os docentes, a nota de corte pode cair por isso.

 

“A Fuvest esqueceu novamente nossa história, parece que Brasil não existe. Não houve nenhuma pergunta sobre o Brasil”, disse Francisco Alves da Silva, professor da disciplina no cursinho Objetivo. Já o professor de química Hamilton Bigatão, do Cursinho da Poli, espantou-se com o nível de dificuldade cobrado dos alunos.  "Acho que a nota de corte da 2ª fase também deve cair. Amanhã, prova deverá ser ainda mais difícil", afirma.

 

Ao todo os alunos tiveram de responder a 20 questões dissertativas de todas as disciplinas do ensino médio, inclusive inglês. Houve ainda uma inesperada pergunta de português, matéria que teve prova exclusiva no domingo.

 

A Fuvest continuou seguindo sua proposta de apresentar aos vestibulandos perguntas interdisciplinares. A mais curiosa delas continha um problema de gramática e outro de matemática.

 

Outro problema que os alunos tiveram que enfrentar foi a gestão do tempo. Eram 48 itens ao total para resolver em quatro horas, o que dá ao aluno 5 minutos para redigir cada resposta. Nesta terça-feira, os alunos vão resolver questões das provas específicas para cada carreira. A prova começa às 13h.

 

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