Filipe Araújo/Estadão
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'O trabalho vai ser duro', diz bióloga

A tensão hoje faz parte da vida da bióloga Flavia Machado, de 30 anos. Não exatamente a tensão que aflige, mas aquela que, no fundo, é mais parecida com a ansiedade. Pesquisadora vinculada à Universidade de São Paulo (USP), ela foi uma das selecionadas à bolsa de estudo concedida pelo programa Ciência Sem Fronteiras (CsF) na Universidade Harvard.

Davi Lira, O Estado de S.Paulo

25 Abril 2013 | 02h02

Ela pretende aperfeiçoar ainda mais sua área de conhecimento - desenvolvida há mais de 10 anos - em fisiologia dos rins, especificamente no estudo de doenças renais crônicas.

"Estou meio tensa, porque sei que o trabalho vai ser duro. Sei que lá fora os pesquisadores do nosso nível são muito exigidos", disse Flavia. Atualmente, ela está vinculada ao Laboratório de Investigação Médica da Faculdade de Medicina da USP, voltado para os estudos renais.

A viagem, com data marcada para maio, foi previamente planejada. "Já entrei em contato com pesquisadores de lá, especialmente com um professor especializado em fibrose renal", contou Flavia, referindo-se à doença inflamatória dos rins.

Enquanto a bióloga prepara as malas, o médico paulista Ricardo Terra, praticamente recém-chegado ao Brasil, só tem elogios sobre sua experiência na pós-graduação que fez em Harvard. "Os professores, como um todo, têm um nível muito alto. Lá, há muito investimento em infraestrutura e o ensino é mais centrado no aluno", disse Terra, bolsista da Fundação Lemann.

Segundo ele, o intercâmbio em instituições de ponta como Harvard significam "um grande passo na carreira e um enorme crescimento pessoal".

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