Cauã Cruz
Cauã Cruz

Na escola da Flip

Feira encara desafio de divulgar literatura entre adolescentes e ampliar sua formação

Gustavo Bonfiglioli, Especial para o Estado, Estadão.edu

27 Junho 2011 | 21h54

Hoje, além do papel, há o texto, a imagem e o vídeo - no computador, no smartphone e no tablet. A conversa não é nova, mas ainda representa um desafio para a literatura: como as novas gerações leem?

 

Pensando na “leitura fragmentada” dos jovens, a Casa Azul, organizadora da Flip, maior feira literária do País, realiza desde 2009 projetos para incentivar a inclusão digital e o uso de tecnologias de comunicação por alunos de ensino médio de Paraty: a FlipZona, programação paralela da Flip para jovens, e um espaço de oficinas, o Ponto de Cultura.

 

O Ponto oferece um “curso técnico-educativo” com várias modalidades - de foto a produção cultural. Os alunos atualizam mídias sociais e fazem a cobertura geral da Flip - que começa dia 6. “O Ponto vira uma espécie de redação”, diz seu coordenador, Daniel Ferenczi.

 

Monitor do Ponto, Cauã Cruz, de 20 anos, tenta bolsa num curso técnico de foto em São Paulo. No Flickr, site de compartilhamento de imagens, ele já postou mais de cem trabalhos, a maioria sobre o patrimônio de Paraty. “Quando comecei a tirar fotos pra Flip de 2010, tive certeza de que queria seguir isso como profissão.”

 

* O REPÓRTER VIAJOU A PARATY A CONVITE DA CASA AZUL

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