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Mudanças no Fies são para atender os mais pobres, diz ministro

Renato Janine disse que, no segundo semestre deste ano, serão oferecidas 61,5 mil novas vagas no programa de financiamento

Luiz Fernando Toledo, O Estado de S. Paulo

26 Junho 2015 | 15h59

SÃO PAULO - O ministro da Educação Renato Janine Ribeiro afirmou nesta sexta-feira, 26, que as alterações no Financiamento Estudantil (Fies) visam a atender os alunos mais pobres. "O Fies é para os estudantes que têm necessidades, que são mais pobres, e precisam de financiamento." 

O Estado havia antecipado que o programa de financiamento estudantil passaria por alterações já em 2016, como o aumento dos juros do empréstimo de 3,4% para 6,5% e limitações de renda dos beneficiados."Em primeiro lugar, nós adotamos um patamar diferente. Não é mais até 20 salários mínimos, não é mais até 14 ou 15 mil reais de renda familiar que tem direito ao Fies", disse o ministro. Segundo Ribeiro, as alterações só valerão para os contratos novos, que serão firmados no próximo ano.

O ministro havia afirmado na manhã desta sexta-feira, em uma rede social, que o segundo semestre teria 61,5 mil novas vagas para o Fies, com prioridade para as regiões Norte e Nordeste. Ele não detalhou, no entanto, quantas vagas serão oferecidas para cada região. 

Ribeiro ressaltou ainda a negociação com as entidades privadas para a obtenção de desconto de 5% nas vagas preenchidas pelo Fies. "Isso quer dizer que 3 mil vagas, das 61,5 mil, são geradas por essa nova economia".

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