MPF cobra explicações de universidade após trote violento em Barretos

MPF de Ribeirão Preto quer saber se universidade garante segurança de estudantes fora do câmpus

Estadão.edu

26 Fevereiro 2010 | 16h45

O Ministério Público Federal (MPF) enviou ontem ofício ao Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (Unifeb), para apurar a responsabilidade da faculdade na agressão sofrida por alunos da Unifeb, no dia 22. Calouros da universidade atingidos por um líquido, supostamente creolina, jogado por veteranos, ficaram com queimaduras pelo corpo.   No documento enviado à universidade, o MPF deseja saber, entre outras coisas, quais medidas foram adotadas pela instituição para apurar a autoria do ocorrido e se tais medidas já obtiveram resultados; se a instituição de ensino prestou e vem prestando assistência aos estudantes lesionados e, no caso, que tipo de  medidas assistenciais vem sendo prestadas. O MPF também quer saber como é feita a segurança dos estudantes no entorno do câmpus.     Leia mais: Polícia deve indiciar 8 por trote Calouro passa mal em trote 'Violência acaba se universidade for responsável pela recepção' Unicamp e USP criam disque-denúncia de trotes violentos Estudante é obrigado a ingerir combustível em trote MPF declara guerra à violência contra calouros     Em setembro do ano passado, o MPF recomendou a todas as universidades do estado de São Paulo que promovessem as medidas de segurança necessárias para coibir a prática do trote violento, humilhante, vexatório ou constrangedor aos calouros.

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