Israel quer intensificar cooperação científica com o Brasil

País é um dos que investem os maiores percentuais de seu PIB em pesquisa

Agência Fapesp

06 Agosto 2012 | 11h06

A Fapesp recebeu, no dia 3 de agosto, a visita de Daniel Hershkowitz, ministro de Ciência e Tecnologia de Israel. O objetivo do encontro foi discutir possibilidades de ampliar a cooperação científica entre pesquisadores israelenses com os do Estado de São Paulo.

Israel está entre os países que investem os maiores percentuais de seu Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisa e desenvolvimento, e tem se destacado em áreas como a de ciências biológicas, em que possui mais de mil empresas que desenvolvem de produtos farmacêuticos a dispositivos médicos.

A maior parte da pesquisa em Israel é realizada, principalmente, em sete universidades, além de dezenas de instituições de pesquisa e empresas civis e militares.

Só nos últimos dez anos, o país teve quatro cientistas laureados com o prêmio Nobel de Química. O mais recente ganhador foi Daniel Shechtman, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Israel (Technion), que recebeu o prêmio em 2011 pela descoberta dos quasicristais.

“Nós já mantemos colaboração científica com algumas instituições de pesquisa de Israel. O objetivo do encontro com o ministro de ciência e tecnologia do país foi buscar maneiras de intensificar essas relações”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp.

Hershkowitz foi recebido por Brito Cruz e por Celso Lafer, presidente da instituição.

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