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Funcionários da rede estadual de ensino continuam em greve

Solange Spigliatti, do estadao.com.br

09 Março 2010 | 09h 41

No primeiro dia de greve, sindicato informa que apenas quatro escolas aderiram à paralisação na capital

Os professores e funcionários da rede estadual de ensino entraram nesta terça-feira, 9, no segundo dia de paralisação por tempo indeterminado em todo o Estado de São Paulo.   Veja também: Paralisação dos professores em SP tem baixa adesão Greve teve adesão de 1% dos professores, diz governo    Segundo balanço parcial do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) desta terça, em pelo menos quatro escolas todos os funcionários, entre professores, merendeiras e administradores, aderiram à greve.   São elas: EE Albino Cesar, na Rua Cajamar, 05, na Vila Mazzei; EE Silva Jardim, na Avenida Tucuruvi, 724, no Tucuruvi; EE Pastor Paulo Leivas Macalão, Rua Alto Sucuriu, 327, no Jardim Peri Novo e, na zona norte da capital, e na Aclimação, zona sul, a EE Caetano de Campos (Aclimação), na Rua Pires da Mota, 99.   De acordo com a Apeoesp, estão sendo aguardados os quadros de paralisação das demais 93 subsedes espalhadas pelo Estado para a divulgação de um balanço mais apurado.   Segundo nota divulgada pela Secretaria Estadual de Educação nesta segunda-feira, 8, o primeiro dia de greve teve adesão de menos de 1% do total de professores do Estado.   Reivindicações Os professores decidiram pela greve em assembleia na sexta-feira, quando cerca de 10 mil professores, segundo a Apeoesp, 2 mil, segundo a Polícia Militar, aprovaram a greve por tempo indeterminado. As principais reivindicações da categoria são reajuste salarial imediato de 34,3% e incorporação de todas as gratificações, extensiva aos aposentados. O movimento também defende plano de carreira justo, garantia de emprego, é contra as avaliações excludentes (provão dos professores temporários/avaliação de mérito); concurso público de caráter classificatório; contra a municipalização do ensino, contra qualquer reforma que prejudique a educação, em todos os níveis.