Escola evita falar, mas põe seguranças em velório e enterro

Escola Adventista de Embu recrutou seguranças para filtrar o acesso à sala onde Miguel era velado

O Estado de S. Paulo

01 Outubro 2010 | 10h12

A Escola Adventista de Embu preferiu não se pronunciar ontem. Representantes acompanharam o velório e o enterro de Miguel, mas ninguém aceitou conversar a com a imprensa. O colégio recrutou seguranças para filtrar o acesso à sala onde o garoto era velado. Enquanto o caixão da criança era transportado pelo cemitério, os seguranças se postavam na frente dos fotógrafos e das câmeras de TV para impedir o registro de imagens. A família de Miguel, por outro lado, não impôs restrições.

 

Na porta da Escola Adventista de Embu, duas faixas pretas – uma esticada no portão de ferro e a outra pendurada em uma janela – simbolizavam o luto dos funcionários e estudantes pela morte do garoto Miguel. As aulas foram suspensas e só serão retomadas na segunda-feira.

 

Ontem alguns pais de alunos e estudantes foram à escola para observar a movimentação policial. As investigações realizadas na instituição foram acompanhadas pela diretoria e pelo advogado da Escola Adventista, Lélio Lellis.

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