Paulo Giaderla/Estadão
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Em meio à greve, Alckmin promete melhorias para professores temporários em SP

Proposta de inclusão em assistência médica será encaminhada à Assembleia Legislativa de São Paulo

Luiz Fernando Toledo, O Estado de S. Paulo

30 Março 2015 | 12h48

Em meio à greve dos professores da rede estadual de educação de São Paulo, o governo estadual prometeu encaminhar projeto de lei que estende a assistência médica aos professores temporários. A pauta é reivindicação antiga da categoria. Em 2013, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) chegou a vetar um projeto de lei com a mesma proposta. 

O texto, que será encaminhado à Assembleia Legislativa (Alesp), estabelece a inclusão dos docentes na rede de atendimento do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe).

A Secretaria Estadual de Educação (SEE) afirmou ainda que quer mudar o regime de contratação dos temporários. Atualmente, a partir do terceiro ano de atuação dos professores temporários, é necessário esperar 200 dias para uma nova contratação. Em estudo, a pasta fala em mudar o prazo para 40 dias, agilizando a convocação dos profissionais. 

Na terceira semana em greve, os professores e o maior sindicato da categoria (Apeoesp) estão em reunião com a pasta desde às 10h30. A principal reivindicação da categoria é o reajuste salarial de 75,33%, para equiparação a outras categorias que têm ensino superior. 
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