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Em greve, professores mantêm acampamento em frente à Prefeitura

O Estado de S. Paulo

02 Junho 2014 | 10h 47

Categoria rejeitou proposta feita pelo prefeito Fernando Haddad na última sexta; paralisação já dura mais de 40 dias

Atualizado às 17h12.

SÃO PAULO - Em greve há 41 dias, pouco mais de 100 professores e servidores da rede municipal de educação amanheceram nesta segunda-feira, 2, acampados em frente à sede da Prefeitura de São Paulo, no centro da capital. A categoria reivindica incorporação imediata aos salários do bônus oferecido pela Secretaria Municipal de Educação em maio.

Os grevistas decidiram montar o acampamento na última quinta-feira, 29, para pressionar o prefeito Fernando Haddad (PT) e a Câmara dos Vereadores, que manteve o projeto de lei sobre as remunerações da categoria apresentado pela Prefeitura. Na semana passada os grevistas rejeitaram a proposta apresentada pela gestão Haddad de estender o abono de 15,38%, inicialmente previsto apenas para quem ganha o piso, para toda a categoria, a partir do ano que vem.

Felipe Rau/Estadão
Professores acampam em frente à Prefeitura por aumento de salário

Pela proposta, o bônus seria pago em três parcelas: em maio de 2015 e no mesmo mês de 2016 e 2017. Os professores esperavam a primeira parcela ainda neste ano - e uma definição sobre o valor que será concedido em cada uma. A Prefeitura já reclama de motivações políticas na para

Os professores e servidores da educação municipal pretendem fazer novo ato na tarde desta terça-feira, 3, em frente à Câmara dos Vereadores, na região central. Já os professores, funcionários e alunos das universidades estaduais, em greve há duas semanas, em frente à reitoria da Universidade Estadual Paulista (Unesp), também no centro.