'É um exagero falar em sair da cidade', diz reitor da Unifesp

Professores do câmpus de Guarulhos defendem mudança para São Paulo

Paulo Saldaña, de O Estado de S. Paulo,

03 Agosto 2012 | 09h46

Walter Albertoni, reitor da Federal de São Paulo (Unifesp), responde a três perguntas do 'Estado':

1. Há chance de a Unifesp sair de Guarulhos?

O câmpus é de Guarulhos. Para fechar um câmpus deveria haver um movimento do MEC e um envolvimento da prefeitura. É um exagero falar em sair da cidade. No sistema federal, cada cidade tem seu câmpus.

2.Como será analisada a reivindicação dos professores?

Existe um grupo de professores que não aceita permanecer no Bairro dos Pimentas, mas existe outro, principalmente docentes de Educação, que não quer sair. O que se pode falar é de unidades. O câmpus tem autonomia para abrir outra unidade no centro de Guarulhos, por exemplo, caso seja o desejo de determinados cursos. Mas é a congregação quem decide. A realidade é que toda essa discussão é complicado, embora o dossiê traga um problema real. Tem muita coisa válida nos argumentos e (o dossiê) vem em hora oportuna, no momento em que discutimos alugar novos prédios.

3.Há chances de algum curso que é oferecido em Guarulhos ser transferido para o centro de São Paulo?

É mais complicado. Precisaria que o câmpus de São Paulo, que é outra congregação, outra estrutura, aceite a unidade que funciona em Guarulhos.

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