Diretor do Estado fala sobre reforma gráfica em Congresso de Jornalismo Investigativo

Para Ricardo Gandour, reforma do jornal acentuou identidade do veículo e o harmonizou a novas mídias

Cedê Silva, Especial para o Estadão.edu

01 Julho 2011 | 15h50

A reforma gráfica de um jornal não deve apenas tornar a leitura mais agradável, mas readequar o veículo impresso a um ambiente em que convive com outras mídias, diz Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado.

 

O Estado passou por uma reforma gráfica em março de 2010, e Gandour ministrou palestra sobre o assunto no Congresso de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em São Paulo. O jornalista Vinicius Mota falou sobre a reforma do jornal "Folha de S. Paulo", também concluída ano passado.

 

Entre os elementos que mudaram no Estado estão uma linha na capa do jornal com notícias leves, acima da manchete; o lide (primeiro parágrafo da notícia) em negrito e uma variedade muito maior de desenhos das páginas, permitindo destacar o que é mais importante em cada situação. Gandour considerou que as reformas acentuaram as identidades de cada veículo.

 

Para Mota, o trunfo do jornal impresso "é a edição e a seleção das notícias, destacando o importante".

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