Aluna negra é barrada na portaria da Faculdade de Medicina da USP

Foi aberta sindicância para investigar o caso; episódio revoltou colegas e motivou nota crítica do centro acadêmico

O Estado de S. Paulo

14 Maio 2014 | 21h48

SÃO PAULO - A Faculdade de Medicina da USP abriu sindicância para investigar o caso de uma aluna negra que teria sido barrada por seguranças na portaria da escola, no mês passado. Mônica Gonçalves, do curso de Saúde Pública, teve o acesso vetado por dois vigilantes, funcionários terceirizados da USP, que pediram para que ela apresentasse o crachá.

Mesmo depois de mostrar o crachá, segundo ela, a entrada não foi liberada. Mônica disse que encontraria amigos na sala do centro acadêmico da faculdade e, segundo eles, outras pessoas circulavam normalmente no prédio. Ela só entrou escoltada por um dos vigilantes.

O caso revoltou colegas e motivou uma nota crítica do centro acadêmico da Faculdade de Saúde Pública. A escola afirmou que repudia qualquer tipo de preconceito e ainda apura o episódio.

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