22 estados e DF já confirmaram adesão à paralisação dos professores

Categoria pede cumprimento da lei que estabelece piso salarial; ainda não foi divulgado um balanço sobre quantos professores estão paralisados no país

Solange Spigliatti e Priscila Trindade, estadão.com.br

16 Agosto 2011 | 10h25

SÃO PAULO - Associações ou sindicatos de 22 Estados e do Distrito Federal já confirmaram a adesão à paralisação dos trabalhadores da educação básica pública marcada para esta terça-feira, 16, com o objetivo de exigir o cumprimento da lei que regulamenta o piso salarial profissional nacional do magistério.

 

Segundo informações da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), entre as associações e sindicatos ligados à categoria que aderiram à paralisação estão as dos estados de Amazonas, Amapá, Alagoas, São Paulo, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rondônia, Pernambuco, Minas, Bahia, Sergipe, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Ceará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Paraíba, Pará, Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Ainda não foi divulgado um balanço sobre quantos professores estão paralisados no país.

 

Em São Paulo, o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) programou atos nas Câmaras Municipais, convocando todos os professores, inclusive os dos municípios, como parte do dia nacional de mobilização da CNTE. O sindicato reivindica uma carreira que atenda às necessidades dos profissionais da Educação e, também, para que sejam destinados 10% do PIB e 50% do pré-sal para a educação pública.

 

No Distrito Federal, por conta da luta pelo Plano Nacional de Educação e pelo cumprimento da lei do Piso salarial, o Ministério da Educação (MEC) decidiu adiar a aplicação das provas da 1ª fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) para o dia 17 de agosto de 2011.

 

De acordo com a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo não há registro de paralisação. Já segundo a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, de 1 a 2%, representando 500 professores da rede pública, aderiram à paralisação.

 

Atualizada às 20h06.

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