2ª fase da Fuvest tem 8,7% de abstenção

Dos 32.569 convocados, 29.739 candidatos compareceram ao último dia de provas; índice ficou abaixo dos 9,28% do ano passado

O Estado de S. Paulo

07 Janeiro 2014 | 17h11

O índice de asbtenção da 2ª fase do vestibular da Fuvest foi de 8,7%, abaixo dos 9,28% do ano passado. Dos 32.569 convocados para esta fase, 29.739 candidatos compareceram aos locais de prova nesta terça-feira, 7, último dia de exames. Os estudantes tiveram quatro horas para responder 12 questões de duas ou três disciplinas, de acordo com a carreira escolhida.

Para quem está prestando vestibular para os cursos de Artes Cênicas, Música (Ribeirão Preto), Audiovisual, Design e Arquitetura, os exames ainda não acabaram. Esses candidatos farão provas de habilidades específicas de quarta-feira a sábado - consulte o seu dia no site da Fuvest.

A Fuvest seleciona alunos para a Universidade de São Paulo (USP) e para Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa. A USP oferece neste ano 11.057 vagas e a Santa Casa, 100.

Depois de fazerem a prova de Português e a redação no domingo, 5, os candidatos tiveram que encarar na segunda 16 questões das disciplinas do ensino médio (História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia e Inglês).

"Díficl". Os candidatos que prestaram provas de Exatas nesta terça apontaram que Física foi a matéria mais difícil. Os mais de 30 mil convocados para a 2ª fase do vestibular fizeram, cada um, 12 questões de duas ou três disciplinas, de acordo com a carreira escolhida.

A estudante Natália Siqueira, de 17 anos, que tenta ingressar em Educação Física, disse que a prova de Física tinha muitas fórmulas e que elas não traziam valores. “Era preciso fazer relações entre as fórmulas. Eu tinha estudando coisas parecidas, mas não desta maneira”, afirmou. De acordo com a estudante, as questões de Biologia e de História estavam mais fáceis.

Em História, Natália destacou perguntas sobre o golpe de 1964, que completa 50 anos em 2014, e a Guerra do Peloponeso. Já em Biologia, caíram perguntas sobre parasitas e o funcionamento da excreção dos animais.

A acadêmica de Relações Públicas Stela Faustino, de 22 anos, prestou a prova para Farmácia e também considerou Física a disciplina mais complicada. “Caíram coisas ligadas à física eletrônica e, apesar de darem as fórmulas nas questões, estava muito difícil”. Setla classificou a prova de Química, por outro lado, como fácil. Ela também teve de responder questões de História.

A estudante afirmou que se formará em Relações Pública este ano na USP, e que fez o vestibular para Farmácia porque tem as mesmas disciplinas de Medicina – curso que pretende ingressar no ano que vem.

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