O jeito é esperar

Estadão

01 Dezembro 2011 | 11h49

Finalmente acabaram os vestibulares que prestaria este ano. A Fuvest passou. Embora eu não tenha alcançado o resultado que gostaria, obtive a pontuação que já esperava. Parece que vai dar para ir à segunda fase – certeza vestibulando nunca tem.

A prova da Fuvest é sempre complicada. Sempre fica entre o nível médio e o difícil. Desta vez não foi tão diferente, mesmo que a parte de Humanas tenha sido relativamente fácil, Exatas, mais uma vez, foi a parte complicada. Ou você sabia, ou não sabia. Não havia como fazer a questão se não soubesse o conteúdo.

Os “Note e adote” espalhados pela prova só ajudavam os que realmente tinham conhecimento do assunto. Eram informações extras.

No fim das contas, foi mais tranqüilo do que eu imaginava. Ao menos em termos psicológicos. Fui para a prova menos nervosa do que costumo ir. No dia anterior aconteceu o Show dos Professores, evento do cursinho feito exatamente para os alunos relaxarem antes da prova. Realmente funcionou.

As provas, por hora, acabaram. Mas os estudos prosseguem. As aulas vão até o dia 17 de dezembro, focadas na segunda fase, que é bem mais complicada que a primeira. É hora de treinar bastante a escrita e rever os assuntos.

Resultado, mesmo, só na segunda quinzena do mês. Dia 19 sai a lista de convocados para a segunda fase da Fuvest. E dia 20, para a Unicamp. O jeito é esperar.

Para os que ainda têm vestibulares e para os que esperam o resultado, boa sorte!

Luiza Nunes é aluna do Cursinho da Poli

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