A terceira opção

Estadão

19 Outubro 2010 | 08h24

Daqui a algumas semanas, vou fazer o Enem, assim como outras milhões de pessoas. Se eu não conseguir passar na USP, meu objetivo, ou na Unicamp, minha segunda opção, talvez apareça alguma coisa pelo Enem. Três universidades federais aqui em São Paulo usarão as notas do exame – a UFSCar, a UFABC e a Unifesp. Como já disse, não faço outro ano de cursinho nem que me paguem!

Lá no Etapa, estão dando atenção especial ao Enem. Muitos professores só trabalham questões do exame em algumas de suas aulas. A dica principal para treinar para as provas é responder a muitas questões com textos longos. Assim, você se acostuma ao tipo de cobrança do Enem.

É claro que as provas são mais fáceis se comparadas aos vestibulares da Fuvest e da Unicamp. Mas, em relação ao que era antes, o Enem ficou mais difícil. Não podia ser diferente, já que, agora, ele serve como porta de acesso a federais de todo o Brasil.

História e geografia são fáceis. A parte de Exatas, em compensação… Até os professores falam que, com esse modelo, deu uma complicada. E além de tudo a prova tem textos enormes. O problema maior é o cansaço. A pessoa acaba errando não porque a questão é difícil, mas porque não consegue se concentrar numa prova tão longa.


Apesar de tudo, não pretendo usar a nota do Enem. Quero mesmo USP ou Unicamp. Mas é bom ter uma terceira opção, não é?

Cinthia é vestibulanda do Etapa e vai prestar Administração e Economia

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