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Vídeoaulas do Positivo ajudaram alunas no Enem

Redação Estadão.edu

03 Novembro 2012 | 21h54

*Por Cristiane Nascimento e Victor Vieira, especial para o Estadão.edu

A estudante Milena Greff Lima, de 23 anos, largou o curso de Geografia na Unisalle, em Canoas, Rio Grande do Sul, no ínício deste ano. A seu ver, o curso era fraco e a mensalidade cara demais. A jovem estava prestes a matricular-se em um cursinho pré-vestibular quando descobriu que o ‘Estado’ iria colocar à disposição as vídeoaulas produzidas pelo Sistema Positivo de Ensino. “Achei que isso já poderia me ajudar e evitei gastar dinheiro à toa”, diz. Milena continua querendo cursar Geografia, dessa vez na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). 

De modo geral, a estudante achou que as provas deste sábado, 3, foram fáceis, com um equilíbrio entre questões um pouco mais fáceis, ou um pouco mais difíceis. “Questões extremas, ou muito fáceis ou muito difíceis, eram pouquíssimas”, diz. Na sua opinião, as SuperAulas lhe foram bastante produtivas. Milena destaca a aula de química orgânica com uma das que mais lhe ajudou. “Enquanto fazia a prova, consegui ligar algumas coisas com o que tinha visto”, afirma. Nas próximas horas, Milena pretende ainda rever algumas aulas e assistir à de redação, ainda inédita para a estudante. “Deixei para vê-la em cima da hora para ter as dicas fresquinhas”, diz. Como tema da dissertação, a jovem aposta no Rio+20.

Tayná Fernandes Jales, de 17 anos, enfrentou a dificuldade do Enem e o calor de Pedreiras, no Maranhão, neste sábado. A estudante afirma que as SuperAulas, sobretudo as de química, foram importantes para resolver a prova. Para ela, o nível de dificuldade tem aumentado a cada ano. Após conferir com gabaritos não oficiais, a candidata ao curso de Medicina acertou 67 das 90 questões.

A maranhense Tayná tem boa expectativa quanto ao segundo dia e acredita que português é seu forte. Ela, no entanto, tem medo que o clima quente do local de prova prejudique outra vez seu desempenho. “Fazia muito calor na sala. Os ventiladores eram barulhentos e as cadeiras, desconfortáveis”, reclama.

Já Sandra Alves, também de 17 anos, é de Jateri, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A aluna concorda que as SuperAulas de química foram as que mais ajudaram na realização da prova, que ela considerou fácil. A jovem, no entanto, prefere conferir as respostas em gabaritos não oficiais somente no domingo, 4, depois de fazer a segunda parte. Ela pretende cursar Engenharia Civil e acredita que as questões de matemática e português, além da redação, serão mais complicadas que as outras.