Do japonês ao Halloween, passando pela Estação Pinacoteca
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Do japonês ao Halloween, passando pela Estação Pinacoteca

Redação

19 Outubro 2009 | 07h17

“Semana passada fiz uma prova na aula de japonês e já passei para o próximo nível. Aprendi um dos três alfabetos japoneses, o Hiragana, de 46 letras. Falta ainda o Katakana e os ideogramas do Kandi. Mas já estou super feliz porque quando assisto aos Doramas (novelas japonesas) eu consigo perceber as palavras que eles dizem. Meus amigos aproveitam e pedem para que eu escreva os nomes deles. Por enquanto, só consigo escrever daqueles que têm sobrenome japonês porque para as palavras estrangeiras eu preciso usar o alfabeto que ainda não aprendi.

Neste domingo eu fui em um evento de Anime, só para visitar e comprar uns mangás. Nesta semana eu continuo os preparos para uma festa de Halloween. Todos os anos faço alguma coisa no salão de festas do meu prédio. Já comecei a pensar na decoração, estou agitando o pessoal para participar e tentando decidir qual será a minha fantasia. Gosto muito dessa comemoração, acho divertido e sempre rende uma festa legal.

Na escola, estávamos programando alguns passeios. Fechamos com o coordenador uma visita a Santos no dia 29. Vamos passar pela Estrada Velha, visitar o porto, fazer passeio de escuna e conhecer a história do local. Os professores de história, geografia e biologia vão junto. No ano passado eu fiz um passeio parecido e é muito bom porque quando estudo história do Brasil eu consigo imaginar tudo o que aconteceu ali. Em biologia vemos as plantas, os liquens e, em geografia, os relevos da região. Ano passado a professora de história pediu um trabalho na Estação Pinacoteca. Foi muito legal saber do que aconteceu ali, das torturas na época da ditadura. Dava até para sentir os relatos dos presos políticos e ver na prática o que os professores passam para a gente na aula.”