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Segundo dia da Unifesp manteve nível esperado

Redação

16 Dezembro 2011 | 18h49

* Por Lorena Amazonas, especial para o Estadão.edu

A segunda prova do vestibular da Unifesp, aplicada nesta sexta, não trouxe surpresas. Em geral, os professores de cursinhos disseram que a distribuição de assuntos foi bem feita e que o nível de dificuldade manteve-se igual ao do ano passado. “A abrangência de assuntos foi boa e conseguiu reunir os principais tópicos do ensino médio”, diz Alexandre Borges, professor de matemática do cursinho Etapa. Giuseppe Nobilioni, professor de matemática do Objetivo, afirmou que a questão 16 ficou um pouco confusa e talvez os candidatos demorassem a entender que se tratava de uma questão de probabilidade.

Os professores elogiaram a prova de física. “O aluno que se preparou gostou da prova”, aponta José Carlos Garcia, professor da disciplina no Objetivo. “Nenhuma questão estava muito simples, mas nada impossível”, diz Alexandre Moreno, do Etapa.

A prova de química “trouxe temas pertinentes”, na opinião do professor Israel de Souza, do Etapa. 2011 é oAno Internacional da Química, o que foi lembrado em uma das questões e também pelo especial de atualidades do Estadão.edu. Os 100 anos do prêmio Nobel de Química de Marie Curie também tiveram seu espaço, como apontou o professor Bruno Valle, do Objetivo.

Já a prova de biologia “teve um bom poder de síntese”, de acordo com Roberto Biasoli, professor do Etapa. Entre os temas abordados, conceitos básicos de biologia, uma questão sobre AIDS e outra interdiciplinar envolvendo geografia sobre a Mata Atlântica.

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