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‘Se não souber o tema não adianta saber escrever’, diz estudante sobre a redação

Redação

04 Novembro 2012 | 12h24

* Por Paulo Saldaña, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – Os portões da UniPaulistana, na zona sul, foram abertos pontualmente ao meio-dia para a entrada dos candidatos que participam neste domingo, 4, do segundo dia de provas do Enem. A fila já estava contornando a esquina.

Entre os estudantes, duas opiniões são recorrentes: hoje deve ser ainda mais cansativo que ontem, afinal serão 5h30 de prova, e a redação representa um desafio.

“O problema maior é o tema. Se eu não souber nada sobre o assunto não adianta saber escrever”, disse Georgia Andrade, de 16 anos, vestibulanda de Jornalismo. O objetivo da aluna do 3.º ano do ensino médio do Colégio Madre Cabrini, vizinho à UniPaulistana, é entrar na Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Já Gabriela Ferlin, de 17 anos, não conseguiu o aval do pais para mudar de cidade, mesmo que consiga boas notas no Enem. “Vou fazer a prova mais como uma preparação para os vestibulares e depois tentar convencer meus pais se eu passar em alguma federal pelo Sisu”, afirmou, esperançosa. Por enquanto, o foco da estudante são os vestibulares das universidades estaduais paulistas – USP, Unesp e Unicamp.