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Roomates ‘moleques’

Redação

19 Dezembro 2011 | 14h23

* Por Caio Allan dos Santos, de 17 anos. Auxiliar administrativo na OAB-SP e calouro de Administração com ênfase em Comércio Exterior na Universidade São Judas Tadeu. Está fazendo curso de inglês em Nova York

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“Hoje eu vou contar para vocês como foram essas duas semanas aqui em NY. Na primeira eu busquei me adaptar, então eu sentia muita coisa ao mesmo tempo. Tinha horas em que eu estava feliz e outras, triste. Havia momentos em que eu não sabia o que estava sentindo ou pensando. Fora que não estava conseguindo me adaptar ao meu quarto na escola da EF, onde estou hospedado.

Fiquei em um quarto com três roommates, 1 da Holanda, 1 da Arábia Saudita e outro do Afeganistão. Porém, eles eram “moleques”. Iam muito para farra nos dias de semana, chegavam de madrugada e eu acabava não descansando. Então na segunda-feira (dia 12) eu pedi à Administração que me mudassem de quarto. Desde então estou em um quarto sozinho! Isso é bom porque tenho liberdade.

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Já esta última semana foi bem corrida. Aqui, eu tenho aulas todos os dias. Na segunda (das 14h às 16h), de terça a quinta (das 9h às 13h20) e na sexta (das 9h às 12h20). A cabeça chega a dar pane.

E a temperatura caiu bastante. Chegou a 1 grau negativo, mas ainda não nevou.

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A pior parte para mim é a saudade da minha família. Nas horas em que você fica perdido, sem saber o que fazer, os amigos não são a companhia que você realmente quer. Converso com meus pais via Skype, mas não é a mesma coisa. Não parece real. Às vezes dá vontade de desistir de tudo. Mas se você fizer isso, irá fraquejar. E para ser vencedor você tem de lutar e vencer até mesmo a saudade. Toda noite eu peço a Deus para me dar forças para aguentar, pois eu sei que está chegando a hora de voltar e eu vou rever meus pais. Esta vitória vai me ajudar, lá na frente fará uma diferença muito grande. Aqui estou aprendendo a ser gente, a crescer, a amadurecer e ver a vida de uma outra forma.”

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