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Redação da Fuvest tem tema difícil e previa publicação, diz professora da Poli

Redação Estadão.edu

05 Janeiro 2014 | 19h28

Guilherme Soares Dias

A prova da Fuvest teve o formato tradicional, adotando modelos adotados em anos anteriores, segundo professores do Cursinho da Poli ouvidos pelo Estadão. O tema da redação ligado a questão social é, segundo a professora de Redação do Cursinho da Poli, Andrea Provasi Lanzara, característica da Fuvest. “Foi um tema um pouco mais difícil para o jovem, não foi tão tranquilo. O texto foi mais longo do que em anos anteriores e focou na linha de texto mais filosófica para pensar na polêmica da frase do ministro do Japão sobre idoso”, ressalta.

Para ela, a novidade ficou por conta da citação de suporte para a publicação do texto. “Era um texto dissertativo que poderia ser publicado em jornal, revista ou internet, de acordo com a prova. Isso é novo”, afirma. Já as provas de Português e Literatura foram consideradas fáceis e equilibradas pela professora de Português do Cursinho da Poli, Eva Nobre. “As questões eram objetivas, coerentes, sem margens para duplos sentidos”, afirma.

A professora lembra que a Fuvest não costuma cobrar terminologia gramatical. “Há bastante interpretação de texto. O aluno tinha que entender o texto para fazer as questões, isso já é uma forma de selecionar, já que exige aluno mais concentrado”, afirma. Já em Literatura, Eva Nobre diz que o aluno precisava ter lido os livros. “Não caíram todos os previstos, mas os que caíram precisavam ter entendimento não-superficial”, considera.