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Questão sobre Miguelismo “quebra as pernas” dos estudantes

Redação Estadão.edu

09 Janeiro 2012 | 12h06

* Cedê Silva, especial para o Estadão.edu

SÃO PAULO – A questão sobre Miguelismo aplicada ontem “quebrou as pernas” dos estudantes nas palavras de Jovan Alonso, de 19 anos, candidato a uma vaga em Farmácia. Apesar da dificuldade nesta questão, Jovan achou bacana a prova, que cobrou bastante interpretação e cujos textos não eram grandes. Ele também gostou do tema de redação, por ser mais “concreto” do que esperava. Ele citou a Revolução Francesa no texto dele como um movimento que buscou direitos políticos para as pessoas. Jovan é aluno do cursinho Integral, em Bragança Paulista, interior do Estado, e diz estar muito preocupado com a prova de física amanhã.

Walter Scandoleira, de 21 anos, achou a prova legal de fazer. “Esperava uma prova mais cansativa”, afirmou. Ele deixou a questão sobre Miguelismo em branco. A expectativa dele é que a prova de hoje cobre bastante sobre geografia. Walter é candidato ao curso de Economia e presta a Fuvest pela terceira vez.

Felipe Felix, de 18 anos, é estudante do Etapa, está fazendo a Fuvest pela segunda vez e tenta uma vaga no curso de Administração. “Achei a prova mais difícil do que no ano passado. Surtei na questão sobre o Miguelismo. Acho que fiz 0,25 ou 05”. Para ele, a prova mais mais difícil de hoje será matemática, “como sempre”.

Cada um dos três deu um sinônimo diferente para a palavra “privacidade”, uma das questões de ontem. Felipe Félix escolheu “intimidade”; Jovan, “individualismo”; e Walter, o adjetivo “particular”.