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Prova mais fácil explica maior de nota de corte, diz Etapa

Redação

12 Dezembro 2011 | 15h19

* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu

Como é estatisticamente improvável a noção de safras melhores de candidatos, é razoável afirmar que a nota de corte da Fuvest subiu porque a prova foi mais fácil, diz Edmilson Motta, coordenador do cursinho Etapa. Apesar de a prova de física ter sido difícil, isso foi compensado pela fácil prova de história –  “a prova de história mais facil da história da Fuvest“, como disse o professor Rogério Forastieri – e pelo fato de que as questões multidisciplinares, antes dadas no começo da prova, dando muito trabalho aos candidatos, foram dispersas ao longo das 90 questões.

Edmilson previu, em 28 de novembro, que o aumento no número de inscritos poderia diminuir o número de aprovados para a segunda fase. Mas não foi o que ocorreu nos cursos mais concorridos, como Medicina, Ciências Médicas (Ribeirão Preto), e Engenharia Civil (São Carlos): todos chamarão mais de 3 candidatos por vaga. “Isso se explica pelos empates e pelos bônus para escolas públicas”, afirma o professor.

A decisão da Fuvest de variar o número de convocados para a 2ª fase de acordo com a média das notas teve mais impacto em cursos de notas de corte mais baixas. Licenciatura em Geociências e Educação Ambiental, por exemlo, com nota de corte 27 (a menor possível), chamará 1,65 candidatos por vaga, e Ciências da Natureza (USP Leste) chamará 1,11. Já os cursos de Letras, com nota de corte 34, e Farmácia−Bioquímica (Ribeirão Preto), com nota de corte 46, chamarão 2,55 por vaga.

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