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Prova de português da Unifesp foi fácil demais, dizem cursinhos

Redação

16 Dezembro 2011 | 10h49

* Por Cedê Silva e Lorena Amazonas, especial para o Estadão.edu

A prova de português da 2ª fase do vestibular da Unifesp foi muito fácil, na avaliação dos cursinhos Etapa e Objetivo. “O bom aluno tirou de 28 para cima (em 30)”, afirma Célia Passoni, do Etapa. Para Elizabeth Massaranduba, professora do Objetivo, a prova talvez não tenha selecionado os melhores alunos. “Talvez eles tenham apertado mais em outras matérias”, sugere.

O exame de inglês, também aplicado nesta quinta-feira, foi elogiado. Para Wellington Pimentel, do Objetivo, foi “muito adequado” a prova utilizar dois textos de jornais (Independent e New York Times). “Acho bom a prova cobrar gramática a partir de um texto”, disse. Alahkin de Barros Filho, do Etapa, foi além: disse que a prova de inglês foi “impecável”.

O Anglo, porém, discorda que a prova de português tenha sido fácil demais. Alberto Francisco do Nascimento, coordenador do cursinho, diz que a prova foi bem elaborada, “possível de ser resolvida dentro do tempo estipulado”.  “No geral, a prova manteve o mesmo nível do ano anterior”, afirma.

* Atualizado às 11h12 

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