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Prova de geografia tinha expressões “muito técnicas”, reclama professor

Redação

13 Novembro 2011 | 21h39

As questões de geografia da prova de primeira fase do vestibular da Unicamp traziam expressões muito técnicas, o que dificultava a compreensão dos candidatos. A opinião é do coordenador do cursinho Etapa, Marcelo Dias Carvalho.

“O exame teve um problema pontual em geografia por conta do uso excessivo de expressões técnicas”, afirma Carvalho. “Isso ocorreu ora nos enunciados, ora nas alternativas.”

De modo geral, o coordenador do Etapa considerou o exame simples e com boa distribuição dos assuntos do ensino médio. Veja mais comentários sobre outras matérias:

Química. “Uma prova bastante simples, com textos curtos e poucas contas. O aluno não teve trabalho na hora de ler o texto e fazer as contas, mas ele precisava conhecer os conceitos. Em resumo: uma contextualização sem exageros.”

Física. “Uma prova básica e com enunciados claros. Em algumas questões, o aluno só tinha de substituir os números na fórmula fornecida pelo exame. Predominância de questões sobre mecânica.”

Matemática. “Uma prova inteligente, que abordou temas do ensino médio com uma boa distribuição de assuntos – geometria, sistemas, análises combinatórias, proporção, etc. Destaque para uma questão interdisciplinar entre os testes de biologia (questão 18 do caderno Q e Z).”

Biologia. “Uma prova também simples, com enunciados claros. Foram sete questões.”

História. “Questões simples e sem nenhum problema nas alternativas. Boa distribuição de assuntos.”

Filosofia. “Duas questões. Uma cobrava conhecimento sobre Rousseau e é claro que ajudaria se o aluno soubesse algo sobre o filósofo. Mas basicamente era uma questão de interpretação. O outro teste envolvia temas relacionados a história.”

Sociologia. “Caiu questão sobre organização do trabalho, uma tema próximo ao conteúdo de história. O aluno não teria grandes dificuldade para responder.”