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Professora do Objetivo diz que prova ‘foi mais trabalhosa que a anterior’, mas redação foi ‘presente aos candidatos’

Redação

09 Janeiro 2011 | 19h13

Para a professora Elisabeth Massaranduba, especializada em redação e gramática, o exame de português e redação da Fuvest foi ‘de altíssimo nível, mas com poucas questões sobre as obras literárias’.

“Foi uma prova bem trabalhosa para o aluno. De altíssimo nível, com apenas 4 questoes sobre as obras. Achei estranho não cair Dom Casmurro nem Vidas Secas. Demais questões de língua estão muito interessantes, envolvem interpretação, leitura, mas nada de gramática. As respostas exigiam do aluno alto domínio linguístico.

Foi uma prova que levou tempo, mais difícil e trabalhosa que a do ano passado. Se houve dificuldade com a parte das questões, devem ter tido mais facilidade com a redação, fazendo um contraponto interessante.

O tema de redação foi um presente para os alunos. Na última prova os alunos se assustaram, então dessa vez muito se surpreenderam. Neste ano deram até a definição do termo ‘altruísmo’, ressaltando essa coisa do ser humano se preocupar com o outro e até a natureza vindoura. Alguns alunos vão dizer que o homem é individualista, que só pensa em si mesmo, outros vão provar por meio de ONGs e trabalhos beneméritos de que há outros caminhos. A parte de Burle Marx estava muito interessante.

A questão 5, com o texto de J. Mattoso Câmara, fala da necessidade de domínio linguístico, que é o que pede a própria prova. A de número 6, sobre Fernando Pessoa foi a mais difícil, com interpretação mais complicada para fazer. Na questão 7 sobre O Cortiço não houve dificuldade, tampouco a pergunta sobre A Cidade e as Serras. Já na penúltima, sobre Capitães da Areia, era muito detalhista, o aluno tinha que lembrar bem da historia e articular os aspectos dos personagens.”

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