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Primeiros a terminarem Fuvest dizem que matemática estava difícil

Redação

27 Novembro 2011 | 16h40

* Por Alexandre Gonçalves

SÃO PAULO – A estudante Fernanda Tavares, de 17 anos, foi uma das primeiras candidatas a deixar a Faculdade de Engenharia Civil da Escola Politécnica (USP) neste domingo, dia da primeira fase da Fuvest. Ela pretende entrar no curso de Letras e está confiante que conseguirá ir para a segunda fase do vestibular. “A parte mais complicada, na minha opinião, foram as questões de matemática”, afirma Fernanda, que vive com a família em Promissão, a 451 km de São Paulo. “Mas gostei das questões de português e inglês.”

Diego Arruda, de 25 anos, também concorda que a Fuvest exigiu mais em matemática neste ano. Ele já estuda na USP e é a terceira vez que presta o exame. Agora, pretende trocar de curso: está na licenciatura em Geociências e quer ingressar na Geologia. “Creio que vou passar para a segunda fase”, diz.

Já Tamires Almeida, de 18 anos, está apreensiva. “Foi mais dificl do que a prova da Unicamp, especialmente matemática e física”, afirma ela, que tenta o curso de Fisioterapia e está prestando também os vestibulares da Unifesp e da Unesp. “Não queria fazer mais um ano de cursinho.”

Guilherme Falconi, de 17 anos, terminou este ano o curso técnico em informática e pretende ingressar no curso de Ciências da Computação da USP. Apesar de gostar de matemática, também não achou a prova fácil, mas tem esperança de ir para a segunda fase.