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Como formar docentes que respeitarão a diversidade das comunidades?

Redação

08 Junho 2009 | 11h48

Paulo Renato diz que o caminho é dar ênfase aos aspectos práticos da formação dos professores. “É assim que trataremos a questão da diversidade”.

A Secretaria de Educação do Estado está estudando a fixação dos professores nas escolas. “Há uma grande rotatividade atualmente, o que prejudica o ensino. Estamos estudando a regionalização dos concursos, não sabemos ainda como será, sabemos que há vantagens e desvantagens, mas, por outro lado, permitiria uma maior compatibilidade entre professor e comunidade”, explica o secretário.

Haddad concorda que a rotatividade dos docentes é muito prejudicial ao aprendizado, “principalmente na educação infantil, que depende do envolvimento com a criança, do vínculo entre professor e aluno”.

Porém, ele vê com menos preocupação a questão do recrutamento dos professores. “Acho que não é um problema o professor ser selecionado de forma nacional, se seu vínculo inicial com aquela comunidade for respeitado.”

O ministro completa que a questão da diversidade não pode superar a preocupação com uma base comum de educação, que é universal. “É por esse motivo que os exames nacionais são tão importantes, permitem termos uma mesma métrica no País. O que temos que garantir aos alunos em primeira instância é essa base de ensino comum à todos”.