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Para treineiro, experimentar vestibular faz a diferença

Redação

09 Janeiro 2011 | 12h52

Sob sol e calor, Patrick Coelho saiu de casa neste domingo para enfrentar a prova de vestibular da Fuvest, ainda que não seja para valer. O estudante de 17 anos, do Colégio Sagrado Coração de Jesus, é treineiro de Humanas, e pretende cursar Administração.

“Acho que ser treineiro é importante porque a prova também é muito psicológica. Você tem a pressão da família e de si mesmo, e sentir o clima do vestibular antes de tentar para valer é importante”, diz, o estudante que fez 52 pontos na primeira fase, cuja nota de corte para treineiros de humanas foi 44. “Também acho que ajuda a ver onde você ainda precisa melhorar”, avalia Patrick.

(Carlos Lordelo, de São Paulo)

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