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‘Fuvest estava perfeita’, avalia Objetivo

Redação

10 Janeiro 2012 | 19h42

* Por Cecília Cussioli, especial para o Estadão.edu

Com questões bem formuladas, textos claros e conteúdo que abrange todo o programa do Ensino Médio, a prova do último dia da 2ª fase da Fuvest agradou todos os professores do Colégio Objetivo. Na opinião do  professor de física Ricardo Helou Doca, a banca que elabora a prova evoluiu em relação ao ano passado. “Fizeram uma prova perfeita”, afirma.

Para a professora de geografia  Lucia da Costa Antunes, a Fuvest conseguiu trabalhar temas clássicos de forma inovadora, exigindo comparações e análises do candidato. “Eles estão preocupados em selecionar alunos bem informados, que tenham uma boa leitura da imprensa”, avalia. Temas que que foram pauta da mídia no ano passado, como o Código Florestal e o Censo 2010, estiveram presentes na prova.

A única crítica feita pelos professores, foi em relação a prova de Química. Trabalhosa e exigente, as questões apresentaram um nível elevado, principalmente as questões 5 e 6. “Justo estes itens não foram cobrados dos candidatos dos cursos mais concorridos, como Engenharia e Medicina. Seria bom para diferenciá-los”, afirma o professor Alessandro Nery.  As provas específicas têm número diferentes de questões para cada carreira. Alguns cursos pediam apenas três questões de cada matéria.

Outra questão bastante comentada pelos candidatos foi a de história medieval, que perguntava a importância dos normados na economia do período. “Sem dúvida foi a questão mais difícil da prova”, avalia o professor Vinícius Carneiros de  Albuquerque. Para ele, a prova estava trabalhosa e exigiu conteúdo de diferentes temas. “A Fuvest foi muito inteligente e aproveitou o item B das questões para relacionar assuntos, o que amplia o leque de conteúdo”.