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Para o cursinho Objetivo, química foi a prova mais difícil da Unifesp

Redação

17 Dezembro 2010 | 19h41

A parte de química foi a mais difícil da prova de ciências exatas e biológicas aplicada hoje no vestibular da Unifesp. A avaliação é de professores do cursinho Objetivo. O exame de conhecimentos específicos para seis cursos, dentre eles Medicina, tinha 20 questões divididas entre biologia, matemática, física e química.

“As questões estavam bem feitas, mas de nível médio para difícil”, diz o professor de química Antônio Hélio Checchia. “Só uma questão eventualmente remetia a coisas do cotidiano, uma que falava sobre vulcanização de pneus. As outras eram teóricas e exigiam uma série de conceitos.”

Para o professor de física Ricardo Helou Doca, as cinco questões de sua matéria estavam bem formuladas, com enunciados curtos e diretos. “Elas traziam situações que o aluno já está acostumado a ver em sala de aula. Não exigiu nenhuma abstração do candidato”, afirma. A prova abordou mecânica, termologia, eletricidade e óptica. “Cobrou o beabá da física, ajudando a selecionar os bons candidatos, que não devem ter encontrado problemas.”

Segundo Giuseppe Nobilioni, uma prova com cinco questões não consegue avaliar os conhecimentos de matemática dos candidatos, ainda mais porque as perguntas não eram difíceis.

Já o professor de biologia Constantino Carnelos elogiou o exame. “Eram boas perguntas, mas não tinham resposta imediata. Ficou melhor do que antes, quando a prova era praticamente impossível de fazer em razão da dificuldade das questões.”

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