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Para CPV, prova da PUC-SP foi bastante tradicional

Redação Estadão.edu

02 Dezembro 2012 | 22h16

Paulo Lima, coordenador pedagógico do cursinho CPV, definiu a prova da PUC-SP como “tradicional”. A seu ver, o teor das questões e o formato da prova não fugiu do que foi cobrado nos exames anteriores.

Na sua opinião, merece destaque a prova de português, que cobrou cinco questões de interpretação de texto, e, no caso de literatura, outras cinco que abrangeram todos os livros de leitura obrigatória. “A prova estava muito bem estruturada”, comenta.

“A redação ganha destaque nesse exame, pois o tema proposto foge um pouco à tradição da PUC-SP”, afirma Daniela Eizenstein, professora de redação do CPV. Segundo a professora, normalmente as propostas da PUC-SP limitam-se à questões ligadas à atualidades e bastante objetivas. Não foi o caso dessa vez.

A coletânea de apoio ofereceu a clássica fotografia de Albert Einstein com a língua para fora, uma imagem da rosa de Hiroshima e também textos que contextualizavam a relação entre o cientista e a bomba atômica. A partir disso, o estudante teria de criar um texto dissertativo, se colocando na posição de Einstein. “Apesar de tratar de um tema não atual, os textos, bastante simples, davam referências suficientes para que deles os alunos pudesse extrair argumentos para sustentar o seu posicionamento”. diz Daniela.