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Química foi o ‘bicho-papão’ da prova da Fuvest, diz aluno

Redação

07 Janeiro 2013 | 16h36

* Por José Maria Tomazela e Rene Moreira, Especial para o Estadão.edu

Para candidatos de Sorocaba e Franca que prestaram a segunda fase da Fuvest , as questões de química foram as mais difíceis neste segundo dia de provas. “Química pegou pesado”, disse Gefferson Augusto Ferraz, de 17 anos,  um dos primeiros a concluir a prova em Sorocaba. Morador de Timbó (SC), ele quer estudar Ciências Agronômicas na USP de Piracicaba, no interior paulista. Para fazer as provas em Sorocaba, ele precisou se hospedar na casa de familiares na vizinha Itapetininga.

O estudante Pedro Ortega, de 17 anos, que concorre a uma vaga em Biologia, também enfrentou dificuldades na parte de química. “Física e matemática estavam fáceis, mas emperrei nas questões de química”, disse o aluno. “Duvido que teve outra prova mais difícil. A prova de química foi o bicho-papão de hoje”, sentenciou outro candidato, o treineiro Matheus Manoel, de 16 anos.

Para Sabrina Facerole, de 17 anos, que fez as provas em Franca, a complexidade das questões de química se concentrava nas próprias perguntas. Ela tenta uma vaga no curso de Ciência da Computação, na USP de São Carlos. Vinda de escola pública, ela conta que pela primeira vez disputa a Fuvest e que, apesar das dificuldades desse segundo dia, segue com esperança de conseguir uma vaga.

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Beatriz preferiu não se inscrever como treineira mesmo sem ter concluído o ensino médio

“Estava muito difícil mesmo”, afirmou Beatriz Águila, de 16 anos. Ela ainda vai terminar o ensino médio, mas não quis se inscrever como treineira. Ela fez uma inscrição normal, para o curso de Letras. “Acho que ficaria mais nervosa se me inscrevesse como treineira”, explica.