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No burburinho dos portões, só deu a letra E

Redação Estadão.edu

03 Novembro 2012 | 16h51

* Por Davi Lira, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – Para muitos estudantes consultados pela reportagem, independentemente da cor da prova neste primeiro dia de Enem, todos eles consideraram que a maior parte das questões teve como respostas a alternativa de letra E. “Eu fiz a prova branca e a letra que eu mais marquei, sem dúvida alguma, foi E”, afirma Bruno Santos, de 17 anos, aluno que fez a prova na Uninove Barra Funda.

Para Daniele Costa, 17 anos, a situação também foi a mesma. “Na minha prova amarela a maioria dos itens que eu marquei foi da letra E, mas claro que tinham muitos da letra C”. Camila Herrera, de 17 anos, fez a prova do tipo rosa. E da questão 1 até a 45, a maioria dos itens marcados no gabarito foram também da letra E. “Ou eu acertei muita coisa, ou eu errei muita coisa”. Outro estudante, João Pedro, de 18 anos, também confirma que a maioria das respostas da questões do número 1 ao 45 também foram marcadas na letra E. Mas não apenas: “Também teve muita letra D”, complementou.

A sistemática da prova utiliza a Teoria da Resposta ao Item (TRI), que calibra o nível de dificuldade de cada questão. As questões são as mesmas em todas as provas, mas em cada caderno de cor diferente, a ordem delas é alterada, o que impede que o candidato marque sempre a mesma alternativa e tenha um bom desempenho.

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